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Curso, Ensino técnico

O Ensino Técnico é voltado para estudantes de ensino médio ou pessoas que já possuam este nível de instrução. Pode ser realizado por qualquer instituição de ensino com autorização prévia das secretarias estaduais de educação.

Modalidades de Ensino técnico

Ensino técnico integrado

Para a educação profissional de nível técnico, o aluno selecionado faz o curso técnico integrado ao ensino médio, obedecendo à opção de curso técnico feita no processo seletivo. Nesse caso, o aluno deve ter concluído o ensino fundamental antigo.

Ensino técnico com concomitância externa

Para a educação profissional de nível técnico, o aluno selecionado faz o curso técnico simultaneamente ao ensino médio cursado em outra instituição. Nesse regime, o aluno deve ter concluído o ensino médio (antigo segundo grau) ou estar cursando, no mínimo, a segunda série desse nível de ensino, para efeito de matrícula no respectivo curso técnico.

Educação profissional de ensino técnico subseqüente (pós-médio)

Para a educação profissional de curso técnico pós-médio, o aluno aprovado no processo seletivo e portador do certificado de conclusão do ensino médio (antigo segundo grau) ou equivalente, pode iniciar o curso de nível técnico pretendido.

Curso de redes, IEEE 802.11i

O IEEE 802.11i, também conhecido como WPA2, é um conjunto de padrões e especificações para redes wireless. Foi criado como uma evolução ao protocolo WEP. Este objetivava tornar redes sem fio tão seguras quanto redes com fixas. Mas devido à simplicidade de sua elaboração acabou sendo decodificada, permitindo aos invasores de redes acesso aos ambientes particulares. O WPA2 permitiu a implementação de um sistema completo e seguro, ainda que mantendo compatibilidade com sistemas anteriores.

O 802.11i funciona utilizando um sistema de criptografia conhecido por AES (Advanced Encription Standard). Esse sistema é mais complexo, fazendo uso de uma arquitetura dos componentes 802.1X para a autenticação, RSN para acompanhar a associação e CCMP para prover confidencialidade, integridade e autenticidade de origem.

Curso, Projeto Redigir

O Projeto Redigir é um curso gratuito de redação e gramática da Universidade de São Paulo (USP) voltado à comunidade. O público-alvo do curso são pessoas de baixa renda, sem curso superior, e que tenham feito colégio público. Os professores são, na maioria, alunos de Jornalismo da faculdade Escola de Comunicações e Artes, da USP, contando também com alguns ex-alunos formados.

O curso é realizado dois semestres em cada ano, na idéia de seguir um dos pilares da universidade pública: a extensão universitária.

Além das aulas de redação, o Redigir oferece outras atividades gratuitas, como palestras, acesso a livros de uma pequena biblioteca montada pelo projeto e algumas atividades culturais, como visitas a museus e assentamentos de sem-terra.

O projeto foi criado pelos próprios alunos, no fim da década de 1990.

Ligações externas

Site oficial do Projeto Redigir

Curso, Maria Helena Diniz

Maria Helena Diniz, é uma jurista e professora brasileira. Atualmente ocupa a cadeira de Professora Titular de Direito Civil na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, pela qual obteve o seu Mestrado (1974) e Doutorado (1976). É autora de diversos livros (mais de 40) e artigos na área do Direito, principalmente na área civil.

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Currículo do sistema Lattes - Profa. Dra. Maria Helena Diniz

Curso de redes, Topologia em estrela

Estrela é nome de uma topologia de rede de computadores. Pode-se formar redes com topologia estrela interligando computadores através de hubs, switches ou qualquer outro concentrador/comutador.

Diz-se que uma rede tem topologia estrela quando um computador se conecta a outro apenas através de um equipamento central concentrador, sem nenhuma ligação direta, nem através de outro computador.

Estrela - A topologia estrela é caracterizada por um elemento central que “gerencia” o fluxo de dados da rede, estando diretamente conectado (ponto-a-ponto) a cada nó, daí surgiu a designação “Estrela”. Toda informação enviada de um nó para outro deverá obrigatoriamente passar pelo ponto central, ou concentrador, tornando o processo muito mais eficaz, já que os dados não irão passar por todas as estações. O concentrador encarrega-se de rotear o sinal para as estações solicitadas, economizando tempo. Existem também redes estrela com conexão passiva (similar ao barramento), na qual o elemento central nada mais é do que uma peça mecânica que atrela os “braços” entre si, não interferindo no sinal que flui por todos os nós, da mesma forma que o faria em redes com topologia barramento. Mas este tipo de conexão passiva é mais comum em redes ponto-a-ponto lineares, sendo muito pouco utilizado já que os dispositivos concentradores (HUBs, Multiportas, Pontes e outros) não apresentam um custo tão elevado se levarmos em consideração as vantagens que são oferecidas.

Curso, Algacir Munhoz Maeder

Algacyr Munhoz Maeder (assim com “Y” mesmo - é o nome original) (22 de abril de 1903 - 29 de dezembro de 1975) foi professor de física, autor de diversos livros sobre matemática e prefeito de Curitiba em 1945. Lista de prefeitos de Curitiba.

Lecionou em diversas instituições, entre estas a UFPR, fundando o Centro Politécnico, o Departamento de Matemática. Chegou a Reitor da UFPR nos anos de 1971 a 1973. Página da Universidade federal do Paraná Durante uma mesma época, 30 anos, dividiu com outro grande autor - o prof. Jacomo Stávale - o mercado do livro didático de alta qualidade, em matemática, para todo o ensino básico e médio.

Curso de redes, Interface de rede

Interface de rede ou Placa de rede é um dispositivo eletrônico existente em computadores que permite a interligação destes computadores através de cabos de cobre (redes com fio) ou ondas de rádio (redes sem fio). O padrão mais comum encontrado em computadores domésticos é o padrão Ethernet.

Curso, Normal Superior

Normal Superior é o curso superior que foi criado no Brasil para substituir o curso técnico de magistério.

Apesar de ser semelhante à Pedagogia, tal curso não habilita para o exercício administrativo escolar, apesar de habilitar a licenciatura em Educação Infantil (este último geralmente indiponível através da Pedagogia, mas, disponível para o curso de magistério).

Curso, Normal Superior

Normal Superior é o curso superior que foi criado no Brasil para substituir o curso técnico de magistério.

Apesar de ser semelhante à Pedagogia, tal curso não habilita para o exercício administrativo escolar, apesar de habilitar a licenciatura em Educação Infantil (este último geralmente indiponível através da Pedagogia, mas, disponível para o curso de magistério).

Curso, Engenharia têxtil

O curso de Engenharia têxtil pretende formar engenheiros têxteis para atender aos mais variados segmentos do setor têxtil e de confecção.

Os segmentos da cadeia de produção têxtil são: fiação, tecelagem, malharia, beneficiamento de tecidos e confecção.

História no Brasil

Devido à demanda existente no mercado de trabalho, sob influência do Sindicato das Indústrias Têxteis do Estado de São Paulo, a Fei iniciou, em agosto de 1963, o curso de Engenharia de Operação Têxtil. O curso de Engenharia de Operação (que formaria profissionais hoje conhecidos como tecnólogos), com duração menor (3 anos), sempre esteve cercado de polêmicas, principalmente devido à contestação de outras escolas de Engenharia, como a Mauá e a Poli-Usp, além do próprio CREA. Assim, foi iniciado em 1965 um reestudo do currículo, visando garantir o diploma de engenheiro aos alunos que iniciaram o curso de Engenharia de Operação. Isto seria possível com a complementação do curso com mais 2 anos de estudo. Em 1967, iniciaram-se as atividades dos cursos de Engenharia Industrial Modalidade Mecânica e Modalidade Química, Opção Têxtil. Os primeiros engenheiros de operação têxtil se formaram em 1967, mas só viriam a receber os diplomas depois dos anos complementares de estudo, graduando-se então como Engenheiros Mecânicos Têxteis ou Químicos Têxteis (a partir de 1971). Em 1982, o curso passou a ser denominado Engenharia Mecânica, Ênfase Têxtil. Em 1987 foi aprovado o parecer insitituindo o curso de Engenharia Têxtil.

Em 1991 inicia-se em Goioerê - PR no Campus Regional de Goioerê (CRG), através da Universidade Estadual de Maringá, o segundo curso de grau acadêmico Engenharia Têxtil do Brasil, tendo sua primeira turma de Engenheiros Têxteis formados em 1996.
A motivação para se criar junto à Universidade Estadual de Maringá o curso de Engenharia Têxtil partiu da comunidade de Goioerê, que, sentindo os avanços da atividade industrial têxtil local e conhecedora do potencial agro-industrial da região, resolveu lançar as bases de um desenvolvimento duradouro e profícuo, através da criação de um núcleo de formação profissional e de pesquisa têxtil.
De outra parte, baseando-se no crescente desenvolvimento do setor têxtil do Paraná e das próprias comunidades, a Universidade Estadual de Maringá se propôs a desenvolver e implantar no município de Goioerê, o curso de Engenharia Têxtil, com duração de 5 anos.

O SENAI/CETIQT, na época apenas ETIQT, iniciou o curso de Engenharia Operacional Têxtil em 1973. Em 1988, em convênio com a UERJ, foi iniciado o curso de Engenharia Mecânica habilitação Têxtil. Em 1997, foi iniciado o curso de Engenharia Industrial Têxtil.

Em 2001 a Universidade Federal do Rio Grande do Norte formou sua primeira turma de Engenharia Têxtil.

Existem cerca de 1800 engenheiros têxteis formados no Brasil.